O Pronto-socorro da Santa Casa de Rio Grande está com a taxa de ocupação de pontos de cuidados críticos acima de 100% da capacidade plena do hospital.
Quem reconheceu foi a própria direção hospitalar da entidade que amarga a maior crise em quase 200 anos e está, inclusive, atravessando processo de recuperação judicial. A informação foi assinada e liberada no sistema interno da Santa Casa por volta das 16 horas desta sexta-feira (08).
A Santa Casa não tem sequer macas para realizar atendimentos de urgência, reconhecem médicos com cargos de gestão. “Precisamos de apoio e informamos que a partir deste momento, o atendimento será restrito somente a situações de extrema urgência”, diz a decisão, numa das mais desesperadoras situações da história do hospital responsável pelo atendimento de mais de um milhão de pessoas no sul gaúcho. A restrição teve início às 15 horas de hoje e permanecerá durante 24 horas. A nota, cuja cópia se encontra em poder das plataformas lideradas pelo Site Edson Costa Repórter, está assinada por dois médicos responsáveis pela gestão no hospital, Mauricio Anderson Brum e Wagner Pedrotti, (diretor técnico da Santa Casa), além da gestora-adjunta do pronto-socorro, enfermeira Fernanda Silva Estevam.
(Foto: Site Edson Costa Repórter)
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