Neste 1º de Maio, 𝗗𝗶𝗮 𝗱𝗼 𝗧𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗮𝗱𝗼𝗿, Paulo Arruda, presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Rio Grande, denuncia que a inflexibilidade patronal está travando a definição do novo dissídio. O sindicato condena a postura do segmento patronal lojista de Rio Grande, que insiste em asfixiar a remuneração dos trabalhadores.
A entidade considera inaceitável o critério que inferioriza os empregados do setor lojista e dos shoppings quando a representação patronal propõe pisos inferiores aos já conquistados pelo sindicato para os profissionais de supermercados. “Os patrões seguem negando até o valor de R$ 20 para um prato de comida nos shoppings”, denuncia o sindicato.
A categoria comerciária possui cerca de 6 mil trabalhadores em Rio Grande. 𝘼𝙘𝙚𝙨𝙨𝙚 𝙤 𝙫𝙞́𝙙𝙚𝙤 𝙘𝙡𝙞𝙘𝙖𝙣𝙙𝙤 𝙣𝙤 𝙡𝙞𝙣𝙠 𝙖𝙗𝙖𝙞𝙭𝙤. ![]()
𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐢𝐧𝐝𝐞𝐩𝐞𝐧𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞 𝐬𝐞𝐦 𝐦𝐞𝐝𝐨!
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